 O que comer na gravidez? As gestantes costumam usar a expressão "comer por dois" para justificar a gula. É importante que a futura mãe saiba que gordura não é sinônimo de saúde e que o aumento excessivo de peso pode comprometer o bem-estar do bebê.
Após o parto, a vontade de recuperar a antiga forma física pode levar a dietas mirabolantes que têm grandes chances de serem nocivas à saúde da criança. O ideal é estabelecer com o obstetra um teto máximo para um aumento de peso que não comprometa nem a mãe nem o bebê. Para voltar à forma física após o parto, os especialistas recomendam consumir quantidades fixas de calorias. Se a mulher está amamentando, basta multiplicar o seu peso por 30 calorias e acrescentar 500 a este resultado. Por exemplo: uma mulher que pesa 60 quilos deverá consumir cerca de 2.300 calorias (60 kg X 30 cal. = 1.800 cal. + 500 cal. = 2.300 cal.).
Procure zelar mais pela sua saúde durante a gravidez. Portanto, tenha mais atenção com o que você come. Você terá que manter um certo controle sobre o seu peso, de modo a não engordar muito. Mas também não deve se privar totalmente dos prazeres alimentares. O bom senso, aqui, é fundamental. Depois do parto, por causa da amamentação - e também para ficar em forma logo - você deverá seguir seriamente algumas regras de alimentação. Portanto, se você tiver apetite durante a gravidez, não se prive muito, pois mais tarde será importantíssimo você se controlar. Também não vá exagerar, pois engordar em excesso pode dificultar o parto.
Se você tem enjôos, saiba que geralmente eles se manifestam apenas no primeiro trimestre da gestação. Depois a coisa melhora.
Já, a famosa azia costuma aparecer mais tarde, no último trimestre. Nesta ocasião, o estômago da gestante pode estar meio "apertado" - o bebê ocupa todo o espaço disponível na sua barriga! Então, a digestão pode ficar um pouco mais difícil. Isso é normal, mas não é obrigatório que aconteça. Depende das características e dos hábitos alimentares de cada uma.
bebidas alcóolicas durante a gestação. O uso do álcool pode ser extremamente prejudicial para o bebê. O mesmo para fumo e drogas; até mesmo medicação só se deve usar com orientação médica. Procure comer:
muitas frutas - de todo tipo, sucos, frutas secas muitas verduras e legumes (folhas, hortaliças, leguminosas...) nozes, castanhas, amêndoas - é cheio de proteína! queijo branco (minas, ricota), leite desnatado, mel pão integral, aveia, germe ou farelo de trigo, fibras em geral tome bastante água e, se puder, água de côco a rodo!! Se for inevitável, coma pouco: doces, chocolates, frituras alimentos que fermentem, tipo amendoim, pipoca, etc. massas, pizzas, bolos
Evite: enlatados, condimentos, coisas gordurosas, carnes pesadas, carnes cruas, sushi, camarão, lagosta, frutos do mar (para não arriscar), refrigerantes, refrescos e bebidas industrializadas
Não consuma: A questão da alimentação, na verdade, merece um, ou muitos, livros à parte. Trata-se de um assunto riquíssimo e um tanto polêmico. O que posso adiantar é que nossa cultura considera hábitos alimentares que pouco questionamos.
Nos acostumamos a consumir comidas e bebidas semi-prontas, industrializadas que, na maioria das vezes, contêm conservantes, estabilizantes e até corantes e aromas artificiais. Tais substâncias são nocivas ao nosso organismo na medida em que se acumulam e necessitam de esforço para serem eliminadas.
A abordagem que proponho aqui segue a linha higienista do Dr. H. Shelton da Escola Higienista de San Antonio, Texas - EUA. Pode-se dizer que se trata de uma filosofia baseada na "higiene" do organismo e que destaca a riqueza de certos alimentos, nos orientando na função vital da alimentação.
Fonte: http://www.infonet.com.br |